Não goste, ame! Pois somente o AMOR é capaz de construir o mundo. (Antonio Luiz Macêdo)..

sábado, 29 de agosto de 2015

MARIA CHEIA DE GRAÇA: Maria nasceu sem pecado?





Se Deus pode transformar o impossível em possível, curar cegos, coxos, surdos, aleijados, paralíticos, leprosos, mudos; se tem o poder de expulsar espíritos imundos, demônios; alimentar cinco mil homens (sem contar as mulheres e as crianças) com cinco pães e dois peixes; se ressuscitou três mortos: Talita, o filho da viúva de Naim e Lázaro faltar-lhe-ia o poder de preservar do pecado das origens aquela que geraria  no seu ventre o seu Filho? O poder de preservar da “tendência de pecar” não estaria ao seu alcance?

Lucas confirma nas entrelinhas do Evangelho que escreveu, a preservação do pecado como dom de Deus para a sua filha dileta e escolhida: “Alegra-te cheia de graça, o Senhor é contigo!” (Lc 1,28) Seu nome diz tudo: cheia, plena, transbordante da graça do Criador. Como uma criatura em toda plenitude da graça poderia cometer pecado? A MULHER prometida no Gênesis para restaurar o projeto original, e da qual o anjo complementará, “o Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra. Por isso o ente santo que nascer de ti será chamado Filho de Deus.”

Um corpo, um útero, uma alma, um espírito maculado poderiam gerar o Filho de Deus, o nosso Salvador e Redentor Jesus Cristo? Não há necessidade de estar escrito com essas palavras na Bíblia, para que não a tenhamos como verdade de fé. Questão de um raciocínio lógico somente.

Maria, a escolhida de Deus, a cheia de graça, a plenificada de dons, a filha dileta do Pai, a mãe carinhosa do Filho e a esposa amantíssima do Espírito Santo, foi totalmente preservada do pecado das origens porque – pelo seu poder – Deus quis preservá-la, a fim de que todas as gerações a proclamem de Bem-Aventurada.

A leitura ingênua ou fundamentalista da Palavra, retirando um versículo do contexto e aplicando da maneira que lhe apraz, gera um grande perigo doutrinário. Em Romanos 3,23 lê-se: “Com efeito, todos pecaram, e todos estão privados da glória de Deus.” Aqui sugere que entre TODOS também Jesus está; e sendo Deus, está privado de sua própria glória. É o absurdo dos absurdos. Causa de tudo isso: retirar uma parte do todo para ‘usar’ o nome de Deus. Como admoestação e exortação, da boca de Jesus saíram essas palavras: “Eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, pois, prudentes como as serpentes, mas simples como as pombas.

Antonio Luiz Macêdo
Imagem Google

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