João XXIII declarou, em 14 de fevereiro de 1960:
“O fim primeiro e
imediato do Concílio é o de apresentar ao mundo a Igreja de Deus, no seu
perpétuo vigor de vida e de Verdade, e com sua legislação adaptada às
circunstancias presentes, de modo a ser sempre mais conforme à sua divina
missão e estar sempre mais pronta para as necessidades de hoje e de amanhã. Em
seguida, se os irmãos que se separaram e que ainda estão divididos entre si
virem se concretizar o comum desejo de unidade, poderemos lhes dizer então, com
uma viva emoção: é a vossa casa; a casa daqueles de trazem o sinal de Cristo.”
(João XXIII, discurso ao Conselho Geral da Ação Católica Italiana, em 14 de
fevereiro de 1960).
O Cardeal Montini, futuro Paulo VI, declarava, em
abril de 1962:
“A Igreja se propõe,
pelo próximo Concílio, a entrar em contato com o mundo (...) Ela se esforçará
para ser (...) amável em sua linguagem e na sua maneira de ser.”
E, durante o Concílio, Paulo VI afirmava, em sua
encíclica Ecclesiam Suam:
“A Igreja poderia se
propor a realçar os males que podem se encontrar no mundo, a pronunciar
anátemas e suscitar cruzadas contra eles (...); parecem nos, ao contrário, que
a relação da Igreja com o mundo (...) pode se exprimir melhor sob a forma de um
diálogo” (§80).
Fonte:
Repetimus Nostra
Imagem
Google

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