Não goste, ame! Pois somente o AMOR é capaz de construir o mundo. (Antonio Luiz Macêdo)..

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Tríduo ao Sacratíssimo Coração de Jesus



2° dia: Ó Coração amantíssimo de Jesus, oceano de misericórdia, a Vós recorro na minha presente necessidade, e com plena confiança entrego ao vosso poder, à vossa sabedoria, à vossa bondade, os males que me oprimem, repetindo mil vezes: Coração terníssimo, meu único tesouro, pensai nas minhas necessidades.
Em Vós, Coração de Jesus, espero para não ser confundido eternamente.
Glória ao Pai.

Doce Coração de Jesus, fazei com que Vos ame cada vez mais.

Ó Maria, minha Mãe querida, canal por onde passam todas as graças, uma só palavra vossa salvar-me-á dos males e angústias que me oprimem. A Vós, pois, também repito: Pensai nas minhas presentes necessidades e alcançai-me graça perante o Coração de Jesus.
Três Ave-Marias.
Virgem Poderosa, rogai por nós.

Querido São José, dirigi também Vós um olhar à triste condição que me vejo, enquanto eu, confiado em vosso paternal amor e no vosso poder, cheio de confiança, vou repetindo: O amigo íntimo do Coração de Jesus, pensai nas minhas presentes necessidades.
Três Glória ao Pai.
Íntimo amigo do Coração de Jesus, rogai por mim.

Fonte: Associação Apostolado do Sagrado coração de Jesus
Imagem Google

Formação: Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida



“Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e lhe corresponda” (Gênesis 2,18).

Compreender os desígnios de Deus exige tempo e, muitas vezes, toda uma vida.Diferente de um conto de fadas, na vida real, uma história de amor após o casamento não termina com o estereótipo “e eles viveram felizes para sempre!”. No matrimônio, amar é ter como meta as promessas feitas um ao outro no decorrer da vida.

Zoé Astuti tem 72 anos. Uma mulher forte, mãe e avó, cabelos escovados, lápis nos olhos e, na boca, além do batom tão discreto quanto ela, um sorriso que acolhe e encanta.

Ela nasceu na cidade de Sacramento (MG). Quando estava com quatro anos, sua família se mudou para a cidade de Arapongas, no Paraná. Foi lá que ela conheceu seu esposo,  Carlos Astuti.

Carlos tem 74 anos e é natural de Barretos (SP). Assim como Zoé, aos quatro anos seus pais se mudaram para Arapongas, no Paraná. Além de esposo, ele é pai, avô e um homem de família. Seu semblante cansado diz muito de uma pessoa batalhadora. Com as mãos postas sobre a mesa de vidro, ele se mostra tão firme, transparente e, ao mesmo tempo, frágil quanto aquele material no qual repousava suas mãos.

O casal se conheceu na escola, quando cursavam o Segundo Grau; os dois estudavam na mesma sala de aula e ali começaram o romance.

“Naquela época, nós flertávamos, era uma olhadinha aqui, uma piscadinha ali”, conta Zoé. Os dois namoraram pouco tempo e logo se casaram, mas com “comunhão de dívidas”,como ela costuma dizer, pois não tinham boas condições financeiras. “Quando temos metas, enfrentamos todas as barreiras e dificuldades”, reflete a esposa.

A história deles não foi um conto de fadas. Carlos se lembra de que sempre foi muito retraído e fechado, mas afirma que, durante todo tempo, Zoé foi a grande responsável por lapidá-lo. “Ela sempre conseguiu extrair o melhor de mim.”

Carlos sempre se esforçou para dar o melhor para sua família, por mais que isso o deixasse distante dela. Bancário aposentado, por diversas vezes ele deu prioridade ao trabalho. Hoje, ele se arrepende disso! “Eu sempre fui um esposo e pai supridor, só me preocupei com o sustento da família.”

A esposa e os filhos de Carlos sempre sentiram muito sua falta, mas todos eles sabiam o esposo e o pai que tinham! “Eu sei que o Carlos ficava triste com toda a situação que vivíamos, mas ele não podia deixar o trabalhar”, lembra Zoé.

Mulher forte, ela sempre aguentou tudo sozinha por causa da ausência do esposo. Ela foi mãe, pai e, muitas vezes, motorista, nas idas e vindas de carro ao médico com seus filhos. Zoé conta que viver o sacramento do matrimônio não é fácil, pois somos homens e mulheres falhos, mas, todos os dias, somos convidados a viver a promessa que fizemos um ao outro no matrimônio.

“Nosso matrimônio não foi fácil, mas tanto eu quanto o Carlos quisemos dar o nosso melhor para nossa família!”, afirma Zoé.

Todo mundo tem problemas, por isso não dá para viver sem a graça de Deus. Só Ele para nos ajudar a viver bem o matrimônio.

No decorrer da vida, precisamos fazer ajustes, mas para isso acontecer precisa haver doação mútua. “Nós sempre procuramos nos edificar. Hoje, com a idade que temos, somos companheiros, e um precisa do outro”, diz ela.

Carlos e Zoé estão juntos há 50 anos. Casaram-se no dia 12 de fevereiro de 1966. Pais de três filhos, hoje eles têm 10 netos. Ambos são felizes e, dia após dia, buscam escrever um novo final para sua história. “Agora, estamos caminhando juntos para o céu.

Buscamos dar sempre o nosso melhor e procuramos edificar sempre um ao outro, com nossos filhos e netos”, finaliza Zoé.

Wesley Almeida
Fonte: Canção Nova


A Igreja recorda hoje São Justino - Primeiro santo, padre



Se tornou um grande filósofo cristão, sacerdote, um homem que buscou corresponder diariamente a sua fé

Nasceu na Palestina, na cidade de Siquém, em uma família que não conheceu Jesus. Justino buscou com aquilo que tinha, a verdade. Ele tinha essa sede e providencialmente pôs em sua vida um ancião que se aproximou dele para falar sobre a filosofia. E ele apresentou o ‘algo mais’ que faltava a Justino. Falou dos profetas, da fé, da verdade, do mistério de Deus e apresentou Jesus Cristo.

Justino se tornou um grande filósofo cristão, sacerdote, um homem que buscou corresponder diariamente a sua fé. E depois dos padres apostólicos, ele foi intitulado como o primeiro santo, padre. A Sagrada Tradição foi muito testemunhada nos escritos deste santo.

Por inveja e por não aceitar a verdade, um filosofo denunciou São Justino, que foi julgado injustamente, flagelado e por não renunciar a Jesus Cristo, foi decapitado. Isso no ano de 167.

Com fé e razão nós mergulhamos nosso ser no coração de Jesus, modelo e fonte de toda graça, bênção e santidade.

São Justino, rogai por nós!


Fonte e imagem: Canção Nova

O Evangelho em Áudio, Texto e Comentário



01/06/2016


Evangelho do dia: (Marcos 12,18-27)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Eu sou a ressurreição, eu sou a vida, quem crê em mim, ainda que morra, viverá (Jo 11,25s).

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos.
12 18 Ora, vieram ter com Jesus os saduceus, que afirmam não haver ressurreição, e perguntaram-lhe:
19 “Mestre, Moisés prescreveu-nos: Se morrer o irmão de alguém, e deixar mulher sem filhos, seu irmão despose a viúva e suscite posteridade a seu irmão.
20 Ora, havia sete irmãos; o primeiro casou e morreu sem deixar descendência.
21 Então o segundo desposou a viúva, e morreu sem deixar posteridade. Do mesmo modo o terceiro.
22 E assim tomaram-na os sete, e não deixaram filhos. Por último, morreu também a mulher.
23 Na ressurreição, a quem destes pertencerá a mulher? Pois os sete a tiveram por mulher”.
24 Jesus respondeu-lhes: “Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus.
25 Na ressurreição dos mortos, os homens não tomarão mulheres, nem as mulheres, maridos, mas serão como os anjos nos céus.
26 Mas quanto à ressurreição dos mortos, não lestes no livro de Moisés como Deus lhe falou da sarça, dizendo: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’?”
27 Ele não é Deus de mortos, senão de vivos. Portanto, estais muito errados.
Palavra da Salvação.

Meditando o evangelho
O INTENTO DE RIDICULARIZAR
            Os saduceus, diferentemente dos fariseus, não estavam interessados em eliminar Jesus. A questão que lhe propuseram não era de caráter político ou ideológico. Dizia respeito às divergências doutrinárias existentes entre as várias correntes do judaísmo da época. Uma delas versava sobre a existência ou não da ressurreição dos mortos. O intento dos saduceus era o de expor Jesus ao ridículo, diante das pessoas que simpatizavam com ele. Dada a complexidade da questão apresentada, o "mestre" ficaria embaraçado, sem saber como respondê-la. Que moral tem um "mestre ignorante"? Além disso, se respondesse afirmativamente, o seu ensinamento sobre a ressurreição ficaria desacreditado, por faltar-lhe fundamentos lógicos.
            A resposta de Jesus desmonta a segurança dos saduceus. A impossibilidade de aceitar a ressurreição não se deve a dificuldades por eles apresentadas, e sim à sua formação religiosa deficiente. Se tivessem estudado com atenção as Escrituras, teriam percebido a imagem de Deus que elas transmitem: o Deus de Israel é o Deus dos vivos, não dos mortos. Por isso, referem-se aos patriarcas, falecidos há muito tempo, como pessoas que ainda estão vivas. Daí a expressão tantas vezes repetida nas Escrituras: "Eu sou o Deus de Abraão, de Isaac e de Jacó". Por que só os pais do povo estariam vivos para Deus, e não todas as pessoas de todos os tempos? Portanto, só nega a ressurreição quem não compreendeu quem é, de fato, o Deus de Israel. 

Fonte: Dom Total
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O tesouro da gaveta 7



É tão suave nossa Mãe, tão compassiva e boa, que nem se pode chamar sofrimento o que se padece sob seu materno olhar, no agasalho de seu coração. (Serva de Deus, Madre Maria José de Jesus)
 
Fonte: A fé explicada
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Oração da manhã



 Ó Deus, que destes ao mártir São Justino um profundo conhecimento de Cristo pela loucura da cruz, concedei-nos, por sua intercessão, repelir os erros que nos cercam e permanecer firmes na fé. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.


Conclusão da Hora

O Senhor nos abençoe,
nos livre de todo o mal
e nos conduza à vida eterna. Amém.



Fonte: Liturgia das Horas - Laudes
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Coração Eucarístico (Jo 19,31-34)



Longinus observa de longe. A cena é terrificante. Com as pernas quebradas o corpo arqueia e cai para frente. E cessando definitivamente o processo respiratório, o condenado morre por uma asfixia lancinante. Foi este o destino de Dimas e Gestas. Quando os soldados se aproximaram do terceiro crucificado, Jesus de Nazaré, verificando que já estava morto, seguiram adiante. No entanto, Longinus permanecia no seu posto, imóvel, olhos fixados no homem da Cruz. Alguma coisa tocara o seu coração de soldado romano. Essa imobilidade poderia ser melhor traduzida por uma inquietação interior, algo que nunca houvera sentido antes. Será que foram as suas palavras? Ou a sua atitude de amor e entrega total? Ou ainda aquela verdade que nem mesmo tinha consciência de tê-la proferido: “Realmente este homem era o Filho de Deus” (Lc 23,47)? Mas de repente, num impulso instantâneo e instintivo, “tomou a lança e abriu-lhe o lado, e imediatamente saiu sangue e água” (Jo 19,34). O coração de Jesus havia sido traspassado pelos nossos pecados.
   
Quase mil e duzentos anos após sua crucifixão, Jesus nos deixa mais uma vez um sinal do seu amor e da sua misericórdia para com cada um de nós. O milagre de Lanciano é prova irrefutável desse amor.
   
O sacerdote é um homem como outro qualquer, passível de erros, falhas e limitações. Uma coisa apenas o distingue dos outros homens: a escolha de Deus. Deus o escolhe do meio do povo e o chama para exercer o ministério sacerdotal.
E pelas suas mãos consagradas, a bênção e o perdão divinos chegam até nós, bem como o corpo e o sangue do Senhor. E o que dizer quando a crise de fé se apossa do coração desse homem?
   
Em Lanciano, na igreja de São Longinus, havia um desses sacerdotes. Sempre que celebrava a Eucaristia, deparava-se com uma dúvida atroz que o atormentava sobremaneira: “Será que Jesus está realmente presente sob estas formas do pão e do vinho após a consagração? Será que o pão se transubstancia na sua carne e o vinho no seu sangue?” Era sempre assim. Aquele conflito interior dilacerava o seu coração. O que ele talvez nem imaginasse, é que Jesus estivesse preparando o mais belo presente para dizimar todas as suas dúvidas, todas as suas inquietações.
   
Numa das missas, quando depõe a hóstia consagrada sobre a patena, sob os seus olhos estupefatos ela se transforma em um pedaço de carne. Em seguida, ao colocar o cálice sobre o corporal, observa que não contém mais vinho, mas cinco pedaços de sangue coagulado, de tamanhos diferentes. Sua fé havia sido renovada. Deus não esquecera do seu escolhido e consagrado.
   
Expostas à ação do tempo e das variedades climáticas por um período aproximado de oitocentos anos, estas relíquias permanecem em perfeito estado de conservação até os dias de hoje. E o mais extraordinário é que estudos científicos altamente criteriosos comprovaram que o sangue é humano, do grupo AB e o fator RhoD é positivo (AB+). A carne é humana, pertencente ao mesmo tipo de sangue e, pasmem: é parte do miocárdio, é um pedaço do Coração Eucarístico de Jesus. O coração traspassado pela lança de São Longinus na sexta-feira santa é o mesmo coração que você recebe quando participa do Banquete da Vida. E o sangue que fluiu copiosamente do lado de Jesus é o mesmo sangue que lava e purifica, e se deposita no cálice sobre o altar.

Neste mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, procuremos vivenciar com alegria o mistério desse amor, o mistério desse coração apaixonado que morreu e ressuscitou de amor e se deixou ficar no vinho e no pão.
  
Que o Coração Eucarístico de Jesus se faça um com o nosso coração, para que, plenificados pela sua Misericórdia e pela sua Graça, possamos Eucaristizar o mundo.
   
SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, tende compaixão de nós!

Antonio Luiz Macêdo
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