Não goste, ame! Pois somente o AMOR é capaz de construir o mundo. (Antonio Luiz Macêdo)..

terça-feira, 1 de setembro de 2015

ORAÇÃO DOS SIMPLES: Terço ou Coroa do Espírito Santo



Esta devoção origina-se de uma exortação do Papa Leão XIII, datada 5 de maio de 1895, na qual aconselha os católicos a fazerem devotamente a novena do Espírito Santo e sugere a seguinte fórmula:
  • Dirigente: Oh Deus, vinde em nosso auxílio.
  • Todos: Senhor, socorrei-nos e salvai-nos.
  • D: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
  • T: Como era no princípio, agora e sempre. Amém.
1º MISTÉRIO: D: Vinde, Espírito Santo de SABEDORIA. Todos: Desprendei-nos da coisas da terra e infundi-nos o amor e o gosto pelas coisas do céu.
(Reza-se sete vezes:) Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Vinde e renovai a face da terra.
(Em seguida se reza:) Ó Maria, que por obra do Espírito Santo concebestes o Salvador: rogai por nós.

2º MISTÉRIO: D: Vinde, Espírito Santo de ENTENDIMENTO. Todos: Iluminai a nossa mente com a luz da eterna verdade e enriquecei-a de santos pensamentos. (o resto como no primeiro Mistério)

3º MISTÉRIO: D: Vinde, Espírito de CONSELHO. Todos: fazei-nos dóceis às vossas inspirações e guiai-nos no caminho da salvação.

4º MISTÉRIO: D: Vinde, Espírito de FORTALEZA. Todos: dai-nos força, constância e vitória nas batalhas contra os nossos inimigos espirituais.

5º MISTÉIRO: D: Vinde, Espírito de CIÊNCIA. Todos: Sede o Mestre de nossas almas e ajudai-nos a pôr em prática os vossos santos ensinamentos.

6º MISTÉRIO: D: Vinde, Espírito de PIEDADE. Todos: Vinde morar e nosso coração, tomai conta dele e santificai todos os seus afetos.

7º Mistério: D: Vinde, Espírito de SANTO TEMOR DE DEUS. Todos: Reinai e nossa vontade e fazei que estejamos sempre dispostos a tudo sofrer antes que Vos ofender.

ORAÇÃO FINAL
Ó Divino Espírito Santo, Vós que me esclareceis de tudo, que iluminais todos meus caminhos para que eu possa atingir a felicidade, Vós que me concedeis o sublime dom de perdoar e esquecer as ofensas e até o mal que me tenham feito, a Vós que estais comigo em todos os instantes, eu quero humildemente agradecer por tudo que tenho, por tudo que sou e confirmar uma vez mais a minha intenção de nunca me afastar de Vós por maior que seja a ilusão ou tentação material, com a esperança de um dia merecer e poder juntar-me a Vós e a todos os meus irmãos na glória e na paz da eternidade. Assim seja, Amém.

Fonte: Superdicas & Mil Ideias
Imagem Google

TEXTO DIVERSO: Estou namorando. Como saber se está na hora de me casar?



Para alguém receber o Sacramento do matrimônio: 18 anos para o homem e 16 anos para a mulher. Antes disso, só com autorização expressa do Bispo diocesano. Se a Igreja fixa essa idade mínima, então, ela está dizendo que não se deve casar antes, falta maturidade. A Igreja também não fixa a idade máxima para se casar.

Mas, qual deve ser o tempo ideal do namoro?
Isso é muito relativo e depende de muitos fatores que se referem à vida dos namorados. Penso que um namoro normalmente deve durar cerca de três a quatro anos antes do casamento, mas isso não é algo rígido; depende da situação pessoal de cada um, dos estudos, da situação financeira, da maturidade do casal, do seu bom entendimento, das dúvidas que possam ter, etc. O casal deve se casar logo que chegar à conclusão que encontraram-se mutuamente como a “pessoa adequada” para cada um, além de já terem meios financeiros para construírem um novo lar.

O momento certo do noivado é aquele em que os dois estão maduros e prontos para assumir o matrimônio e uma nova família. Ao celebrar o noivado, os noivos já devem marcar a data do casamento; penso que sem isso o noivado não deve acontecer. Cada um tem um tempo mesmo, mas reflitam sobre as inconveniências de se adiar cada vez mais o casamento. A melhor época para se ter os filhos, por exemplo, é quando a mulher é jovem; e é muito mais fácil criar os filhos quando os pais ainda são jovens, saudáveis, etc.

Mas então, quando sabemos se estamos prontos para o casamento? Como superar o medo da convivência a dois?
Um casal está pronto para o casamento quando ambos desejam se casar, querem mesmo, não têm dúvidas sobre a pessoa do outro; cada um conhece bem o outro, suas qualidades, seus defeitos, seus anseios, sua história, seus problemas, etc., e cada um aceita o outro como ele é, com seus defeitos e qualidades; enfim, quando a vida de cada um é um livro aberto para o outro, sem segredos; e assim, se deseja viver com o outro e para o outro; quando sente-se alegria de estar com ele ou ela, e se deseja ter filhos.

Além disso, é preciso que haja o sustento material e financeiro garantido, sem depender dos outros, dos pais principalmente. O povo diz que “quem casa quer casa”. Esse grau de liberdade é importante para a vida do casal. Podem até morar um pouco de tempo com os pais, talvez até porque o pai ou a mãe são doentes e já não podem viver sozinhos. Mas a convivência com os pais ou outras pessoas não deve dificultar o relacionamento do novo casal.

Sempre haverá um pouco de receio do futuro, mas o amor do casal deve superar esse medo, com fé em Deus. O Sacramento do matrimônio é um suplemento de graça para o casal enfrentar com a força de Cristo todas as dificuldades do casamento (doenças, problemas de relacionamento, dinheiro, etc.). São Paulo diz que “O justo vive pela fé” (Rom 1, 17), e pergunta: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rom 8,31).

Quanto tempo é necessário para se conhecer uma pessoa, para casar?
Esse tempo vai depender do perfil de cada um. É preciso que cada um conheça o outro muito bem antes de se casar, sua família, suas qualidades, seus defeitos. O mistério que é cada um deve ser revelado; a história de cada um deve ser bem contada ao outro e bem entendida e aceita.

O que faz um casamento ser válido é o SIM que um diz ao outro no altar, isto é o consentimento pleno, o desejo real de se casar com o outro sem estar enganado, pressionado, chantageado ou ameaçado. Ao celebrar o matrimônio o sacerdote faz três perguntas chaves, exatamente para checar se os noivos estão preparados para o casamento. A primeira é esta: “Fulano e fulana, viestes aqui para unir-vos em matrimônio. Por isso, eu vos pergunto perante a Igreja: É de livre e espontânea vontade que o fazeis?” E os noivos devem responder convictamente: Sim!

Depois o padre pergunta: “Abraçando o matrimônio, ides prometer amor e fidelidade um ao outro. É por toda a vida que o prometeis?” Noivos: Sim!

E por fim o sacerdote pergunta: “Estais dispostos a receber com amor os filhos que Deus vos confiar, educando-os na lei de Cristo e da Igreja?” Noivos: Sim!

Então, o casal só deve se casar quando sente segurança em poder cumprir bem tudo o que vai prometer no altar a Deus, diante do seu ministro e do sue povo. A palavra chave é “maturidade”. Nós já temos maturidade para assumirmos um lar, sermos esposos, pai e mãe?

Prof. Felipe Aquino

PAPA FRANCISCO: Homilia - confortem-se uns aos outros com obras e palavras boas



Cidade do Vaticano (RV) – A esperança do encontro final com Cristo é reforçada entre os cristãos graças ao “consolo” mútuo em Jesus, feito de “boas obras e boas palavras” e não de “fofocas”. Foi o que afirmou o Papa durante a homilia matutina na Casa Santa Marta, cuja celebração foi retomada nesta terça-feira (1º/9), após a pausa do verão europeu.

O Papa iniciou a reflexão a partir do trecho da carta de São Paulo que fala sobre o comportamento da antiga comunidade de Tessalônica. Uma comunidade “inquieta”, que se questionava e perguntava ao Apóstolo o “como” e o “quando” do retorno de Cristo, qual o destino dos mortos e à qual era preciso dizer: “Quem não trabalha, não come”.

Fofocas não confortam
São Paulo, observou o Papa, afirma que o “dia do Senhor” chegará improvisamente “como um ladrão”, mas acrescentou que Jesus trará a salvação a quem acredita n’Ele. E conclui: “Consolem-se mutuamente e ajudem-se uns aos outros”. E “é justamente a consolação – reitera o Papa – que dá esperança”:
“Este é o conselho: ‘consolem-se’. Consolem-se mutuamente. Falar disso: mas eu me pergunto: nós falamos disso, que o Senhor virá, que nós o encontraremos? Ou falamos de tantas coisas, também de teologias, de coisas de Igreja, eh?, de padres, de irmãs, de monsenhores, tudo isso? E o nosso consolo, é esta esperança? ‘Consolem-se mutuamente’. Consolem-se em comunidade. Nas nossas comunidades, nas nossas paróquias, se fala disso, que estamos à espera do Senhor que virá, ou se fofoca disso, daquele, daquela, para passar um pouco o tempo e não se aborrecer muito?

O julgamento e o abraço
No salmo responsorial, acrescenta Francisco, “repetimos: ‘Estou certo de contemplar a bondade do Senhor na terra dos vivos”. Mas você, - pergunta o Papa - tem a certeza de contemplar o Senhor?”. O exemplo a seguir é o de Jó, que, apesar de suas desventuras afirmava decidido: “Eu sei que Deus está vivo e vou vê-lo, e vou vê-lo com estes olhos”.

“É verdade, Ele virá para julgar e quando vamos à Sistina vemos a bonita cena do Juízo Final: é verdade. Mas pensemos também que ele virá me ver para que eu O veja com meus próprios olhos, O abrace e esteja sempre com Ele. Esta é a esperança que o Apóstolo Pedro nos diz para explicar com a nossa vida aos outros, para dar testemunho da esperança. Este é o verdadeiro conforto, esta é a verdadeira certeza: “Tenho a certeza de contemplar a bondade do Senhor’”.

O conforto de boas palavras e obras
Como São Paulo aos cristãos de ontem, o Papa Francisco recorda o conselho para aqueles da Igreja contemporânea: “confortem-se uns aos outros com as boas obras e se ajudem uns aos outros. E assim vamos para frente”:
“Peçamos ao Senhor esta graça: que a semente de esperança que semeou em nossos corações cresça, cresça até o encontro final com Ele. “Estou certo de que eu verei o Senhor’. ‘Estou certo de que o Senhor vive’'. ‘Estou certo de que o Senhor virá a encontrar-me’: e este é o horizonte de nossas vidas. Peçamos ao Senhor esta graça e nos confortemos uns aos outros com as boas ações e as boas palavras, neste caminho”.

Fonte e imagem: News.va

O EVANGELHO EM ÁUDIO E EM TEXTO



01/09/2015

Fonte: Rádio Mãe de Deus

Evangelho (Lucas 4,31-37)
 — O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 31Jesus desceu a Cafarnaum, cidade da Galileia, e aí ensinava-os aos sábados. 32As pessoas ficavam admiradas com o seu ensinamento, porque Jesus falava com autoridade. 33Na sinagoga, havia um homem possuído pelo espírito de um demônio impuro, que gritou em alta voz: 34“Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus!”

35Jesus o ameaçou, dizendo: “Cala-te, e sai dele!” Então o demônio lançou o homem no chão, saiu dele, e não lhe fez mal nenhum. 36O espanto se apossou de todos e eles comentavam entre si: “Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem”. 37E a fama de Jesus se espalhava em todos os lugares da redondeza.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

 Fonte: Canção Nova
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PALAVRAS QUE CONSOLAM: Salmo 7



11 O meu escudo é Deus, ele salva os que têm o coração reto. 12a Deus é um juiz íntegro. 18 Eu, porém, glorificarei o Senhor por sua justiça, e salmodiarei ao nome do Senhor, o Altíssimo.

Fonte: Bíblia Sagrada
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NA LUZ DA FÉ: A Criação


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VOCÊ SABE POR QUE SETEMBRO É O MÊS DA BÍBLIA?



O mês de setembro, para nós católicos do Brasil é o mês dedicado à Bíblia, isso desde 1971. Mas desde 1947, se comemora o Dia da Bíblia no ultimo domingo de setembro. O mês de setembro foi escolhido como mês da Bíblia porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu em 340 e faleceu em 420 dC).

São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja. Hoje a Bíblia é o único livro que está traduzido em praticamente todas as línguas do mundo e está em quase todas as casas, talvez nem fazemos idéia, mas a Bíblia é o livro mais vendido, distribuído e impresso em toda a história da humanidade.

A Bíblia – Palavra de Deus – é o fruto da comunicação entre Deus que se revela e a pessoa que acolhe e responde à revelação. Por isso a Bíblia é formada por histórias de um povo, o Povo de Deus, que teve o dom de interpretar sua realidade à luz da presença de Deus e compreender que a vida é um projeto de amor que parte de Deus e volta para Ele.

Nesse mês da Bíblia somos convidados a estudar e refletir sobre esse maravilhoso livro que tem tanto a nos revelar e instruir. 

Fonte: Paróquias Santa Bárbara e Santa Cecília
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